<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972</id><updated>2012-03-02T06:26:35.018-08:00</updated><category term='Mário Casa Nova Martins'/><category term='James Petras'/><category term='Renato Epifânio'/><category term='Exclusivo Online'/><category term='Artigos'/><category term='Alain de Benoist'/><category term='Leonid Savin'/><title type='text'>Finis Mundi</title><subtitle type='html'>A Última Cultura</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-8125137780108140883</id><published>2012-01-19T04:58:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T05:53:50.748-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Renato Epifânio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Agostinho da Silva para além da Esquerda e da Direita, uma visão de futuro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-b6LbYovSuWM/TxgfimEjnrI/AAAAAAAAAUY/-cGvBIUFYkI/s1600/Renato%2BEpifanio.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 188px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-b6LbYovSuWM/TxgfimEjnrI/AAAAAAAAAUY/-cGvBIUFYkI/s200/Renato%2BEpifanio.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699340007633034930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.&lt;/span&gt; - Agostinho da Silva, Cortina 1 [inédito]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Renato Epifânio -&lt;/span&gt; Se há alguém que, no século XX português, transcendeu a fronteira entre “esquerda” e “direita”, esse alguém foi, mais do que qualquer outro, Agostinho da Silva. Decerto, não foi o único. Muito longe disso. Poderia apontar o exemplo de (quase) todos os outros grandes filósofos portugueses, dado de que todas as mentes minimamente complexas – como são, em geral, as dos filósofos – nunca encaixam nessas etiquetas de “esquerda” e de “direita”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Só, ao invés, as mentes mais simples, mais incipientes, são apenas de “direita” ou de “esquerda”. As mentes mais simples e aquelas mais complexas que, por razões nalguns casos intangíveis, sucumbem ao complexo de parecerem apenas de “esquerda” ou de “direita”. Poderia dar aqui também, decerto, múltiplos exemplos – de um lado e do outro. Mas é um facto que dada a hegemonia cultural da “esquerda”, ou do que se convencionou chamar de “esquerda”, no século passado – em particular, na segunda metade, – há bastantes mais exemplos de “complexados de esquerda”. Noutros tempos terá acontecido o inverso – a História, como se sabe, tem uma estrutura pendular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Qualquer pessoa, minimamente isenta, pode atestá-lo: há pessoas que, com o horror de assumir posições identificáveis como de “direita”, assumem, nalguns casos de forma particularmente hilariante, posições mais identificáveis como de “esquerda”, não se coibindo até de denunciar publicamente como de “direita” algumas posições de outros que eles, em privado, reconhecem ser também as suas. Eu, pelo menos, conheço algumas pessoas assim. Só não me peçam para dar exemplos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em Agostinho da Silva, pelo contrário, o que encontramos é uma completa ausência de complexos nesse campo. E por isso podemos vê-lo assumir, por vezes em imediata sequência, posições tidas como mais “esquerda” e de “direita”. E isto, saliente-se, sem qualquer incoerência. Agostinho da Silva foi decerto um filósofo paradoxal – fazendo, nalguns casos, gala disso –, mas não foi, de todo, um filósofo incoerente. O que aqui procuraremos será, precisamente, dar exemplos disso. Recorreremos, sobretudo, a algumas entrevistas suas em que, mais naturalmente, poderemos encontrar essas sequências. E cingir-nos-emos à sua visão da nossa História mais recente – aquela que, por ser mais recente, mais azo dá a perspectivas contrastantes…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1. A Primeira República e o Estado Novo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cem anos após a sua instauração, o regime que vigorou até 1926 continua a dividir opiniões, mesmo entre aqueles que consideram que a instauração da Primeira República foi inevitável, dada a decadência do regime monárquico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Obviamente, essa avaliação não se faz só em relação ao regime deposto como também, senão sobretudo, em relação ao regime que lhe sucedeu: o Estado Novo. E dizemos sobretudo porque uma das suspeitas que mais se têm generalizado nestas últimas décadas, mesmo entre historiadores, é a seguinte: “quem avalia negativamente a Primeira República só pode estar a caucionar o Estado Novo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ora, se há alguém insuspeito de ter sido salazarista ou adepto do Estado Novo, esse alguém foi Agostinho da Silva – basta lembrar que Agostinho foi perseguido pela polícia política, esteve preso, no Aljube, e foi como que “obrigado” a sair do país em 1944, só regressando em 1969#. Isso não o impediu, porém, de tecer as maiores críticas à Primeira República e até de, retrospectivamente, reconhecer o papel do Estado Novo na preservação de Portugal, como se depreende desta tão longa quanto elucidativa passagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“…nós, os jovens, tínhamos a ideia que de facto a República estava em grande desordem, e continua a ser a ideia de hoje. A ideia de que naquela altura Portugal estava em risco de desaparecer do mapa, como nação independente. Na Europa, depois da Grande Guerra, a situação era de cobiça das colónias portugue sas. Evidentemente que elas estavam em risco. O próprio Portugal, pela desordem económica, pela desordem política, por tudo o que acontecia cá dentro — embora muita gente afirmasse que tudo estava bem — estava em risco de, provavelmente, se perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De maneira que a gente pensa, que a história, de vez em quando, tem os remédios meio brutos para que as coisas se encaminhem até ao ponto que se quer. E o que se levanta perante uma reflexão da história é, por exemplo, o problema de saber se as coisas sucedem apenas porque sucedem, porque houve algo que iniciou a his tória e depois jogou por aí adiante ou se, na realidade, há qualquer espécie de plano ou de pensamento coordenado que a leva por determinados caminhos e a lança em determinados acontecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é certo é que vem a Ditadura militar, incompetente — eles não tinham jeito para governar o país. O problema principal era por um lado o das finanças, o da economia portuguesa, mas sobretudo o das finanças, e também o problema da ordem pública. Depois surgiu um professor da Universidade de Coimbra, professor de finanças, que já tinha feito alguns comentários sobre a situação em Portugal, que foi chamado para remediar o país e que teve a frieza de alma e de certo modo a coragem de recusar o primeiro convite, porque achou que as condições propostas não eram as que ele queria e só voltou quando lhe deram todas as condições para governar à vontade. E então dedicou-se a isso, a pôr as finanças em ordem, o que não foi difícil, bastou diminuir ainda mais as possibilidades de vida do povo portu guês para que as contas do Estado ficassem em dia e se pudesse até colocar dinheiro em Londres para render. E por outro lado ele tinha uma noção da ordem pública que não queria saber se tinha de sair de dentro das pessoas para fora ou de fora para dentro. Votou o segundo ponto, uma repressão extremamente dura... Mas a verda de é que vendo a coisa a voo largo, Portugal chegou depois, em 1974, pelas várias espécies ou pelos vários aspectos que a ditadura militar, depois civil, foi tomando, a uma posição, em que encontra, ao sair de tudo isso, um mundo completamente diferente daquele que teria em 1926. Chega ao mundo em que já não há essa cobiça do território de África e em que a própria situação levou a que os territórios africa nos se tornassem independentes e, portanto, eliminassem esse risco quanto à situa ção de Portugal continental. Por outro lado ainda, o que aconteceu foi que sob o aspecto propriamente europeu, a Europa é já diferente, com uma Espanha também diferente e em crise, de maneira que não havia nenhum risco imediato para Portu gal do lado de fora. Podia haver risco do lado de dentro, mas do lado de fora tinha desaparecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então demarquei-me inteiramente da linha ditatorial. Hoje talvez tivesse percebido melhor. Suponho que hoje percebo melhor e, embora discordando da Ditadura, vejo que ela deu a possibilidade a Portugal de sair da crise em que podia ter naufragado durante a Primeira República e chegar até aos tempos de hoje em que as coisas irão naturalmente de outra maneira.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2. A Descolonização e a Revolução de Abril.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É hoje relativamente consensual entre os historiadores que a guerra colonial foi a razão maior da Revolução de 25 de Abril de 1974. Se não houvesse guerra, é até provável que o próprio regime fizesse a “transição pacífica” que ocorreu na vizinha Espanha. A meu ver, é de resto, mais do que “provável”. Se não houvesse uma guerra a bloquear a situação, seguramente que o próprio regime teria feito essa “transição pacífica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Obviamente, isso não é ainda por inteiro reconhecido porque ninguém já hoje qualifica a descolonização como “exemplar” – pelo menos em público, sob pena de cair no mais extremo ridículo. Mesmo aqueles que qualificam a Revolução de Abril como uma “Revolução sem sangue” sabem bem a quantidade de sangue que se derramou nas várias guerras civis que eclodiram em virtude de tão “exemplar” descolonização. É verdade que em Portugal não chegou a ocorrer – por pouco – uma guerra civil, mas isso, atendendo a todo o sangue derramado em África – e em Timor – não nos pode aliviar a consciência…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A visão mais benigna que a historiografia oficial nos tem dado é, com algumas variantes, a seguinte: “A descolonização que se fez foi a possível, nas circunstâncias; para Portugal, tratou-se sobretudo de virar a página: acabar com a Guerra, encerrar de vez o ciclo do Império e apostar de novo na Europa”. Sob esse ponto de vista, muito estrito, para não dizer estreito, é inegável que a Revolução de Abril foi bem sucedida. Portugal, de facto, apenas num ano reverteu por inteiro uma História de mais de meio milénio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Se personificássemos a história dos povos – no caso, do povo português –, poderíamos justificar essa reversão como “o justo descanso do guerreiro”. Depois de mais de meio milénio a navegar pelo mundo, nada mais aparentemente justo, com efeito, do que regressar a casa e pousar os remos e as armas. E, tranquilamente, esperar pela hora da morte… Para mais, com os famosos “fundos da Europa”, poderíamos até almejar por uma velhice, senão abastada, pelo menos não miserável. Um fim talvez demasiado burguês para uma história tão nobre. Mas, porventura, um fim que não nos envergonharia por completo. A não ser, claro, que consideremos esta história muito mal contada…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vSFvbz20SL8/TxggQToP27I/AAAAAAAAAUg/SxsKz1JnP8o/s1600/Agostinho%2Bda%2BSilva.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 269px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-vSFvbz20SL8/TxggQToP27I/AAAAAAAAAUg/SxsKz1JnP8o/s400/Agostinho%2Bda%2BSilva.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699340792956443570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Agostinho da Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt; Mal ou bem – mais bem do que mal, a meu ver –, foi esse o caso de Agostinho da Silva. Antecipando a previsível catástrofe, tentou, ainda nos anos sessenta, avançar para uma verdadeira Comunidade Lusófona. O Estado Novo não lhe deu ouvidos. A Revolução em curso também não:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“…a ideia geral talvez fosse, e eu próprio a defendia e procurei no princípio da guerra em Angola, junto de autoridades portuguesas, por exemplo de um embaixador no Rio, pôr-lhes essa ideia na cabeça... fazer das colónias e de Portugal uma comunidade de língua portuguesa. Ideia que expus a Franco Nogueira quando vim a Portugal, em 1962, convidado pelo Governo português para discutir o estatuto do Centro de Estudos Portugueses em Brasília. O ministro Franco Nogueira, ministro dos Estrangeiros nessa altura, recebeu-me e pudemos conversar com toda a franque za, perguntando-me ele se eu achava que a ideia de uma comunidade luso-brasileira seria bem recebida no Brasil, respondi-lhe que não. Exactamente por causa da atitu de que Portugal estava a tomar com as colónias, com Angola naquela ocasião, o Brasil de nenhuma maneira ia aceitar isso, pois recordava-se muito bem que tinha sido colónia. A meu ver, Portugal tratou o Brasil muito bem quando foi colónia e se não tivessem sido os portugueses, o Brasil não se teria constituído. Mas o Brasil muitas vezes achava que os portugueses tinham tido defeitos na colonização — a meus olhos esses defeitos não existiram, embora houvesse muita coisa individual de tipo geralmente conotado com a colonização rapinante dos países. Mas não me parecia que naquela altura aceitassem uma coisa dessas. Mas havia algo que achava que aceitavam e que tomava a liberdade de expor a Franco Nogueira, que de resto tinha tido relações com um grande amigo meu, o poeta Casais Monteiro, e, portan to, eu podia falar com uma certa liberdade, por isso disse-lhe que o que me parecia que se devia fazer era uma comunidade luso-afro-brasileira com o ponto africano muito bem marcado. Quer dizer, se pudesse, eu poria o ponto central da comunida de, embora cada um dos países tivesse a sua liberdade, a sua autonomia, em África, talvez Luanda ou no interior de Angola, no planalto, de maneira que ali se congre gassem Portugal e o Brasil para o desenvolvimento de África e para que se firmasse no Atlântico um triângulo de fala portuguesa — Portugal, Angola, Brasil — que pudesse levar depois a outras relações ou ao oferecimento de relações de outra espé cie aos outros países. Então Franco Nogueira disse-me que isso era completamente impossível, que Portugal não se podia dividir e que não havia nada a fazer nesse ponto. De maneira que eu continuo a pensar que, aquando da revolução em 1974, se poderia talvez ter tentado isso. No entanto, é muito possível que a situação tivesse avançado tanto, que a guerra tivesse castigado tanto, quer os africanos, quer os portugueses, que o que cada um queria era ver-se livre do outro. Portanto, não havia já nenhuma possibilidade de fazer senão o que se fez, uma descolonização decerto apressada, mas trazida pelas circunstâncias; parecia que não podia ser de outro modo e, no entanto, talvez a coisa pudesse ter tido outro caminho. Quanto a Timor, achava que podia ter sido incluído num quadro futuro de uma comunidade de língua portuguesa e desempenhar um papel importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não me pareceu que a revolução de 1974 tal como estava a ser feita, conduzisse a alguma coisa em que valesse a pena colocar essas ideias. Pareceu-me que era um pronunciamento militar sem grande largueza política (…).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3. A Criação da CPLP e “a Pátria de todos nós”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não podendo ter sido concretizado com a Revolução de Abril, o sonho de Agostinho da Silva – o da criação de uma verdadeira Comunidade Lusófona – teve um primeiro impulso político-institucional em 1996, data da fundação da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.&lt;br /&gt; Passados quase quinze anos, a CPLP mantém-se ainda muito longe do sonho de Agostinho da Silva – por manifesta falta de visão estratégica dos vários países que a compõem –, mas nem por isso deixou de ser um horizonte de futuro – como eu próprio procurarei sustentar na obra “A Via Lusófona: um novo horizonte para Portugal”&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt; As nossas ditas “esquerdas” e “direitas”, por manifesto recalcamento histórico e falta de visão estratégica, continuam a apostar tudo na integração europeia, mas é evidente que o caminho de Portugal nunca poderá estar apenas na Europa – antes com um pé no espaço europeu e com o outro pé no espaço lusófono, até para reforçar o nosso peso relativo no espaço europeu, cada vez mais insignificante. Agostinho da Silva foi, a esse respeito, particularmente claro – ouçamo-lo uma vez mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Do rectângulo da Europa passámos para algo totalmente diferente. Agora, Portugal é todo o território de língua portuguesa. Os brasileiros pode rão chamar-lhe Brasil e os moçambicanos poderão chamar-lhe Moçambique. É uma Pátria estendida a todos os homens, aquilo que Fernando Pessoa julgou ser a sua Pátria: a língua portuguesa. Agora, é essa a Pátria de todos nós.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;in &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; nº 1, Janeiro-Março 2011.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-8125137780108140883?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/8125137780108140883/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2012/01/agostinho-da-silva-para-alem-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/8125137780108140883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/8125137780108140883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2012/01/agostinho-da-silva-para-alem-da.html' title='Agostinho da Silva para além da Esquerda e da Direita, uma visão de futuro'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-b6LbYovSuWM/TxgfimEjnrI/AAAAAAAAAUY/-cGvBIUFYkI/s72-c/Renato%2BEpifanio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-1117463951291443121</id><published>2012-01-19T03:29:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T05:59:59.378-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exclusivo Online'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alain de Benoist'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>O caso extraordinário de Knut Hamsun</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_S2MKzSmYuo/Txf-_SmbXyI/AAAAAAAAATw/KIEGEJeyC8Q/s1600/Alain%2Bde%2BBenoist.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-_S2MKzSmYuo/Txf-_SmbXyI/AAAAAAAAATw/KIEGEJeyC8Q/s200/Alain%2Bde%2BBenoist.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699304216738881314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alain de Benoist&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;-&lt;/span&gt; Knut Hamsun é um mistério. Embora as suas obras tenham sido traduzidas para o francês, embora tenham sido alvo de várias adaptações ao cinema e à televisão, embora – ao contrário de muitos outros – os seus livros não sejam “nem datados nem obsoletos” (Hubert Nyssen), é ainda ignorado pelo público francês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laureado em 1920 com o Nobel da literatura, frequentemente comparado a Dickens, Ibsen ou Gorky, Hamsun não era, contudo, só o renovador da língua norueguesa nem o maior escritor norueguês do século XX – o que já seria muito. No prefácio à edição americana de Fome, Isaac Basgevis Singer (que traduziria Victoria para yiddish) escreve que “toda a literatura moderna deste século encontra aqui as suas raízes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Razão pela qual é admirado e saudado por escritores tão díspares quanto Thomas Mann, Henry Miller, Octave Mirbeau, André Gide, John Galsworthy, André Breton, H. G. Wells, Bertolt Brecht, Franz Kafka, Robert Musil, D. H. Lawrence ou Jean Paulhan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hamsun, é verdade, opunha-se ao mundo moderno. Uma das grandes constantes da sua obra é a sua real aversão à burguesia. Desde o início que o seu realismo lírico se dirigia contra a sociedade industrial, o capitalismo, o modernismo urbano e o reinado do dinheiro. Mas seria errado vê-lo como um novelista “populista” ou um simples e bucólico apologista da terra “que não mente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo, para ele a natureza é um recurso. Mas trata-se de uma natureza selvagem, tão selvagem quanto as bestas e os homens o podem ser. E o seu estilo narrativo, herdeiro da tradição oral, é um no qual a natureza, a paisagem, os objectos inanimados, longe de interpretarem um papel meramente decorativo, interagem com comportamentos, sentimentos e ideias. Vemo-lo claramente em Pan, gloriosa história de amor que exalta a intima união entre o coração e a natureza, tornando-os em duas manifestações da mesma realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sou realista no sentido mais estreito do termo”, dizia Hamsun, “mostro a profundidade do coração humano”. De facto, queria retratar “a vida inconsciente de toda a alma”, razão pela qual desde o início retrata a vida interior com uma riqueza e uma complexidade extraordinárias. Indubitavelmente, esta abordagem não podia parecer mais estranha ao mundo actual, onde os seres só se movem por motivos exteriores. Inconformista, indiferente a honras, saía de casa nos seus aniversários para fugir à curiosidade pública. Devido ao seu gosto, atraíam-no as pequenas comunidades rurais, como as das ilhas Lofoten da sua infância. Razão pela qual Miller o descreveu como “marginal, vadio, rejeitado, um rebelde irredutível, inflexível opositor do sistema… um aristocrata do espírito.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As suas personagens não se movem pela indignação ou pela interacção social, mas pela tensão interior, uma complexidade avassaladora devida à sua natureza de excepções. Não se tratam de homens comuns, contudo são também heróis. Longe de pertencerem a uma única casta, na extensão a que pertencem (sem o reconhecer) a uma modernidade que criou mais ansiedades que liberdades, são seres despedaçados, normalmente solitários, repletos de dissonâncias e contradições. A sua natureza é, à partida, honesta e orgulhosa, mas abeira-se do abismo e as dificuldades que encontram são por vezes intransponíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Hamsun, com 15 anos, embarcou numa vida difícil e aventureira, “endurecida pelo azar” (Octave Mirbeau), cheia de sofrimento e privação, que o levou a uma América decepcionante, onde analisou em pleno o novo mundo que lhe fora prometido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos falar de uma “perspectiva obscura” na obra de Hamsun. Mas seria precipitado explicá-lo como uma espécie de pessimismo escandinavo, fruto dos perolados fiordes nórdicos e das noites agitadas do Verão boreal. Nos romances de Hamsun o amor e a sensualidade estão sempre presentes. Este adora tudo o que o rodeia, tudo lhe dá algum significado, tanto é assim que não exagerávamos em afirmar que o amor é o real centro da sua obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1XmZ4-6RDMU/Txf_ocN5zUI/AAAAAAAAAT8/2XKGXbL36gk/s1600/Knut%2BHamsun.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 292px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-1XmZ4-6RDMU/Txf_ocN5zUI/AAAAAAAAAT8/2XKGXbL36gk/s400/Knut%2BHamsun.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699304923695009090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mas este amor é inseparável da visão trágica, pois as suas personagens debatem-se sempre não só com as suas limitações, mas também contra mentiras e falsidades. Como em Victoria, onde os amantes são pervertidos por uma sociedade na qual a carícia destrói os seus corpos, ou em Benoni e Rosa, nos quais o amor é uma força cruel sob cujo poder os corações raramente se encontram de acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais, o amor é inseparável do ódio, tal como a alegria e a vontade de viver não podem ser separadas da consciência humana de fim. Nele, os sentimentos antagonistas baseiam-se um no outro sem jamais solidificarem, como as idades da vida se seguem uma à outra ao ritmo das estações. A complementaridade dos opostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em 1859, faleceu em 1952. Germanófilo desde os tempos de Bismarck, assim se manteve toda a vida. Foi o suficiente, em 1945, com 86 anos, para ser votado a um destino comparável ao de Ezra Pound: condenado a pagar ao Estado uma multa que o reduziu à pobreza, foi internado num hospital psiquiátrico por ter sido um “colaboracionista”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até hoje, na Noruega nenhuma rua nem nenhum edifício público foram baptizados com o seu nome, onde nunca foi sequer alvo de um selo comemorativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, não era um político, mas um músico da palavra. “A linguagem”, dizia, “deve cobrir todos os tipos de música”, o escritor deveria sempre procurar uma “palavra que vibre”, um termo exacto “que lacere o coração ao ponto de me fazer soluçar, tamanha a sua precisão”. Razão pela qual não escrevia “facilmente”, pelo contrário, escrevia com dificuldade, com dor. Para ele, escrever era uma forma de estar vivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Publicado originalmente no semanário &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Diabo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;10 de Janeiro, 2012.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-1117463951291443121?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/1117463951291443121/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2012/01/o-caso-extraordinario-de-knut-hamsun.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/1117463951291443121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/1117463951291443121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2012/01/o-caso-extraordinario-de-knut-hamsun.html' title='O caso extraordinário de Knut Hamsun'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-_S2MKzSmYuo/Txf-_SmbXyI/AAAAAAAAATw/KIEGEJeyC8Q/s72-c/Alain%2Bde%2BBenoist.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-9201228125413534202</id><published>2012-01-19T03:07:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T03:18:44.117-08:00</updated><title type='text'>Nº 4 - Outubro-Dezembro 2011 - Índice</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mLDSpY56IQA/Txf5_hQLsUI/AAAAAAAAATk/dDLnUAkFmQA/s1600/Finis%2BMundi%2B004.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 285px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-mLDSpY56IQA/Txf5_hQLsUI/AAAAAAAAATk/dDLnUAkFmQA/s400/Finis%2BMundi%2B004.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699298723113972034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A ÚLTIMA CULTURA:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Editorial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Flávio Gonçalves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Balcanização do Sistema, Ernst Jünger e Os Dias do Fim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Tomislav Sunic&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Fim de Portugal e o Seu Futuro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Renato Epifânio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sociopatologia, o ónus da Inversão social e subsequente Involução civilizacional e da Pessoa Humana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;João Lino Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ACTUALIDADE:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não Derretam os Escudos!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Rainer Daehnhardt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bem-vindos à Europa do Capital&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Basílio Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Carpe Diem, Ou Dos Princípios e da Sua Falta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Henrique Salles da Fonseca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Geração Erraste"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;João Filipe Pereira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Prossegue o Rapto de Europa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;João Franco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Mil Novecentos e Oitenta e Quatro chegou em 2011...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Roberto Bilro Mendes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A imigração, exército de reserva do capital&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alain de Benoist&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;RESENHA:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A Ascensão de Salazar" de Ivens Ferraz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Daniel Nunes Mateus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lifeforce (1985)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Rui Baptista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;HISTÓRIA:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Inovação Pedagógica da Companhia de Jesus na Modernidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fernanda Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bandeirantes: A Canoa Contra o Cavalo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alberto Buela&lt;br /&gt;&lt;br style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A descoberta portuguesa da “Grande Terra do Sul” e da Nova Zelândia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Kerry Bolton&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Portugal do Integracionismo Imperial ao Etno-nacionalismo.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pistas de investigação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Riccardo Marchi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dos Barbosas e Silvas, Que Vieram do reino de Portugal a Esta Ilha de São Miguel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Carlos Melo Bento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Integralismo Lusitano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Vítor Figueira Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Que é História das Religiões&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Leonardo Arantes Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Reflexões Sobre História de Arte - O problema dos Estilos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Ribeiro dos Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CULTURA:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Chegada de Corto Maltese a Portugal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mário Casa Nova Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Expressionismo no Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Jefferson Carvalho Jr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Reconquistar Tudo: Identidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Adriano Scianca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TRADIÇÃO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Occultus Rex&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Júlio Mendes Rodrigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;As Festividades de Solstício de Inverno nos Açores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Luís Couto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E Assim Nasce o Candomblé: Deuses na Diáspora ou a Reinvenção de uma Religião&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;João Ferreira Dias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Doutrina da União Divina na Tradição Helénica&lt;br /&gt;Claudio Mutti&lt;br /&gt;&lt;br style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lar: O Fogo Central&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Luiz Pontual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Medjugorje: o Culto de Nossa Senhora da Paz no século XXI&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sónia Pedro Sebastião&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MUNDO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Geopolítica da Luso-Brasilidade no pós-11 de Setembro de 2001&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sandra Maria Rodrigues Balão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Império ou República: de Joplin, no Missouri, a Cabul, no Afeganistão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;James Petras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;As Visões Perigosas: Portugal-Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;António Marques Bessa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Relatório Sobre a Reunião do Clube Bilderberg de 2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Daniel Estulin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compra imediata no estrangeiro: &lt;a href="http://www.amazon.com/Finis-Mundi-Ultima-Cultura-Portuguese/dp/1468137298/ref=sr_1_4?ie=UTF8&amp;amp;qid=1326971630&amp;amp;sr=8-4"&gt;Amazon.com&lt;/a&gt; (internacional) e &lt;a href="http://clubedeautores.com.br/book/119697--Finis_Mundi_n_4"&gt;Clube de Leitores&lt;/a&gt; (Brasil).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-9201228125413534202?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/9201228125413534202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2012/01/n-4-outubro-dezembro-2011-indice.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/9201228125413534202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/9201228125413534202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2012/01/n-4-outubro-dezembro-2011-indice.html' title='Nº 4 - Outubro-Dezembro 2011 - Índice'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-mLDSpY56IQA/Txf5_hQLsUI/AAAAAAAAATk/dDLnUAkFmQA/s72-c/Finis%2BMundi%2B004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-7061850999608803647</id><published>2011-11-10T07:39:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T07:51:11.268-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mário Casa Nova Martins'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Mário Saa revisitado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-Odf1rNu-Ww0/Trvy3TY38VI/AAAAAAAAATY/ElF1Uhv4MKA/s1600/Mario%2BSaa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 208px; height: 223px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Odf1rNu-Ww0/Trvy3TY38VI/AAAAAAAAATY/ElF1Uhv4MKA/s400/Mario%2BSaa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673395187514601810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mário Casa Nova Martins&lt;/span&gt; - Mário Saa é uma figura da cultura portuguesa do século XX. Contudo, foi por largo tempo esquecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se hoje é possível falar de Mário Saa, muito se deve, em primeiro lugar, à Imprensa Nacional – Casa da Moeda, que editou em Março de 2006 «Poesia e alguma prosa».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes, em Novembro de 2002, tinha sido editado um número duplo da revista «Águia – Folha Informativa dos Amigos do Concelho de Avis», n.ºs 6 e 7, sobre o escritor, mas, embora de interesse, não passou do âmbito local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nela, Ramiro Lopes assina o Editorial, João Rui de Sousa escreve «Quem foi Mário Saa? Subsídios para uma resposta». Segue-se uma entrevista com António Brás de Oliveira intitulada «Às voltas com o espólio de Mário Saa, vinte anos depois», António Ventura ensaia «A dimensão regionalista na obra de Mário Saa, «Mário Saa» por Fernando J. B. Martinho, «Mário Saa e o Ervedal» por Moura Júnior, J. Pinharanda Gomes redige «Mário Saa e o saber oculto», «Recordação e homenagem» por J. V. Namorado, «Mário Saa em Pêro Viegas – Alguns testemunhos», a entrevista com Américo M. Claudino com o Título «‘Fiz sempre questão de respeitar a vontade de Mário Saa’», Fundação Arquivo Paes Teles, Bibliografia de Mário Saa, e «Antologia Breve de Mário Saa – O investigador – O poeta».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, em Dezembro de 2007, surge a obra dedicada a Mário Saa. «XII Objectos do Itinerário de Mário Saa», editada pela Fundação Arquivo Paes Teles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem textos e investigação de Elisabete J. Santos Pereira, colaboração de Quintino Lopes, Luísa Ratinho Freire e Teresa Lageira Fernandes, e desenho arqueológico de Hermínia Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os doze objectos referenciados são uma estatueta romana, uma fotografia de família, a máquina fotográfica, um livro «Biblioteca do Povo e das escolas», um Bilhete-Postal de Leite de Vasconcelos, o manuscrito do poema «Xácara do Infinito», o livro “As Grandes Vias da Lusitânia”, um cartaz de festas do Ervedal, um fragmento de tégua, o Diploma da Associação dos Arqueólogos Portugueses, um Bilhete-Postal de Fernando Pessoa e o estojo de secretária do Escritor. Termina o livro com um apontamento biográfico de Mário Saa e o historial da Fundação Arquivo Paes Teles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o título «Itinerários Romanos do Alentejo» e subtítulo «Uma Releitura de «As Grandes Vias da Lusitânia – O Itinerário de Antonino Pio» de Mário Saa, cinquenta anos depois», é editado pelas Edições Colibri, com primeira edição em Novembro de 2008 e segunda em Abril de 2009, a obra de André Carneiro, onde o autor faz a leitura actual da obra de Mário Saa no que diz respeito ao Alentejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro número da «VIALIBVS, Revista de Cultura da Fundação Arquivo Paes Teles », sai em Junho de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Apresentação, por palavras de Paulo Jorge Chambel Guedes Freixo lê-se que “com ela abrimos um espaço dedicado à investigação e divulgação de estudos sobre Mário Saa e sobre o valioso património que nos legou através da Fundação Arquivo Paes Teles”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao nome da revista, segundo o Editorial a cargo de Elisabete Santos Pereira, “inspirámo-nos na inscrição de uma ara romana consagrada aos deuses das vias para dar nome a este projecto”, acrescentando, “VIALIBVS”, invoca, assim, os Lares Viales, os deuses de protecção das vias romanas, um vocábulo latino patente na ara encontrada por Mário Saa no decorrer da sua investigação sobre a Lusitânia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma tiragem de meio milhar de exemplares, a revista “VIALIBVS” tem três textos: «Mário Saa e Fernando Pessoa – sinalizações de um encontro» de João Rui de Sousa, «A Atracção pelo universo de Camões numa perspectiva biografista» de Cândido Beirante e «O epistolário de Mário Saa: cartas de Hipólito da Costa Cabaça» de Elisabete J. Santos Pereira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo número da «VIALIBVS, Revista de Cultura da Fundação Arquivo Paes Teles » sai em Junho de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nota de abertura tem a assinatura da Presidente do Conselho de Administração da Fundação Paes Teles, Margarida Luzia Centeno da Costa Estevinha. O Editorial é assinado pela Coordenadora da Fundação Paes Teles, Elisabete J. Santos Pereira. Seguem-se os artigos «Os Lares Viales na Lusitânia» de Vasco Mantas, «Novos Elementos para o Estudo do Sítio Arqueológico da Ladeira do Ervedal – Resultados preliminares da primeira fase do projecto de investigação» de Ana Ribeiro, e «As Dedicatórias da Biblioteca de Mário Saa: redes intelectuais e científico-filosóficas da cultura portuguesa do século XX» de Elisabete J. Santos Pereira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros números se aguardarão para o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, para a actualidade do pensamento e da obra de Mário de Saa, são fundamentais dois estudos. Cronologicamente, a dissertação de doutoramento de Américo Enes Monteiro «A Recepção da Obra de Friedrich Nietzsche na Vida Intelectual Portuguesa», onde o Autor estuda as influência de Nietzsche em Mário Saa e que é um preâmbulo ao seu pensamento, e a introdução ao livro «Mário Saa – Poesia e alguma prosa» intitulada «Mário Saa um Poeta do Modernismo» de João Rui de Sousa, são dois documentos de primeira importância para se situar e compreender toda a obra de Mário Saa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Américo Enes Monteiro, Mário Saa, o poeta-filósofo, é um dos principais receptores da obra de Nietzsche, a par de Fernando Pessoa e Almada Negreiros. (282)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Saa, escreve, “nos seus ensaios de cunho filosófico revela ter feito, numa linha nietzschiana, uma nítida opção pelo aristocratismo elitista e pelo Homem Supremo.” (297) E acrescenta que “as suas primeiras expressões literárias …, sobretudo as de cunho poético, …, estão profundamente marcadas pelo decadentismo e pelo neo-romantismo e veiculam o desencanto e um marcado pessimismo face à vida.” (297)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em «Retratos de Poetas que Conheci», “João Gaspar Simões classifica-o de o mais ambíguo dos escritores modernistas” (297), e em «Líricas Portuguesas», “Jorge de Sena refere-o como “uma das figuras mais curiosas das letras contemporâneas.”” (297)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O Evangelho de S. Vito», datado de 1917, é a obra de Mário de Sa onde é mais visível a influência de Frederico Nietzsche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escreve Américo Enes Monteiro que, “na sua maneira de ver [de Mário Saa], Nietzsche, longe de ser um louco, é um autor formidável, pois escreveu uma obra grandiosa e coerente. É essa grandeza e essa coerência que, por vezes, deixam no leitor uma impressão errada da loucura. Por isso Mário Saa, pela boca de S. Vito, põe-no de sobreaviso contra o perigo de tal confusão: “Contudo, meus irmãos, muitas vezes vos parecerá loucura onde há génio, mas isso não é loucura, é génio” [Evangelho de S. Vito, p. 82]” (300).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Américo Enes Monteiro, Mário Saa “leu e releu” e sublinhou abundantemente partes de «Assim falava Zaratrustra». E ter-se-á inspirado nos capítulos «Dos crentes em além mundos» e «Dos que desprezam os corpos» para escrever o «Evangelho de S. Vito». (301)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o Cristianismo, encontra-se em «A Invasão dos Judeus», p. 9 que “Jesus é “a síntese da decadência de todos os povos”, revela sintonia com Nietzsche e Fernando Pessoa, na sua concepção do Cristianismo como uma doutrina e uma civilização de cariz decadente”. (309)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se em «O Evangelho de S. Vito», Mário Saa entende o conceito de Homem Supremo coincidente com o de Nietzsche em «Assim falava Zaratrustra», sem conotações rácicas, em «A Explicação do Homem», de 1928, já assim não é. “Aí o autor escreve que “o Homem Superior é a excitação dum indivíduo duma boa raça;  (…) Afinal não há um Homem Superior, há raças Superiores! (…) Se a excitação é em indivíduo de raça inferior, produz o histérico inferior, produz o idiota.” [«A Explicação do Homem», p. 103]” (316)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como em Fernando Pessoa, escreve Américo Enes Monteiro, “também Mário Saa está convicto de que, para que vingue o Homem Supremo, terá que se dar necessariamente a morte de Deus. Deus é o grande obstáculo ao acesso do homem à sua total emancipação. Deus e Homem Supremo são antíteses que não se deixam absorver em síntese de espécie alguma.” (321)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;gTambém Mário Saa pretende apresentar-se ao leitor como o psicólogo da mulher, conhecedor das profundezas da alma feminina e das suas idiossincrasias.” (338). Como antes Américo Enes Monteiro abordara a rejeição do altruísmo e da compaixão por parte de Mário Saa (324).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o Estado, Mário Saa “elogia todo aquele que se insurge contra o Estado e as suas maquinações opressoras.” (347)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Rui de Sousa divide o seu texto «Mário Saa, um poeta do modernismo» em vários capítulos. Começa com «O homem e a sua obra» (11), seguindo-se «Os «cadernos» e a sua importância» (24), subdividido este em «Serões alegres» (25), [Versos] (26), «Fel e mel» (26), «Harpejos» (27), «Pegadas» (27), «Ericeira» (29), «Doce enleio» (29), «Eme esse» (29), [Poemas da razão matemática] (30). Continua com «Uma conjugação com a modernidade» (32), dividida em sete partes assim numeradas, segue-se-lhe «Outras faces de um poliedro» (47), terminando com «Algumas palavras finais» (57).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São páginas densas, nas quais está um estudo sobre toda a obra de Mário Saa. E na segunda parte da obra estão recolhidas poesia e texto dispersos, bem como inéditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Saa nasceu no dia de S. Vito. Mário Paes da Cunha e Sá (Caldas da Rainha, 18 de Junho de 1893 - Ervedal, 23 de Janeiro de 1971) é o seu nome completo. Estudou várias áreas do saber, e em várias escolas. Erudito, quis deixar o seu trabalho para o futuro, futuro que se materializou na Fundação Arquivo Paes Teles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um intelectual que marcou um tempo na cultura portuguesa. Tinha uma maneira muito própria de estar e de ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É antológica a descrição da visita que lhe fazem em Maio de 1959, António Manuel Couto Viana, Fernando Guedes, director da revista «Tempo Presente», João Manuel Pedra Soares, secretário da revista, e Caetano de Melo Beirão, em demanda de um inédito para o número inaugural da revista, editada no livro do poeta de Viana do Castelo «Coração Arquivista» (243 a 248), um texto escrito em Fevereiro de 1971.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Couto Viana tinha curiosidade em conhecer, como escreve, “Mário, o Breve», «Mário, o Louco», «Mário, o Inculto», que lera, em tempos de adolescência, nos volumes da Contemporâneae que tanto me entusiasmara pelo estilo sensacionalista” (244) “ E lá estava, num velho e pequeno automóvel, um vulto muito baixo e um tanto gordo, com uns restos de monóculo encravado na órbita direita – Mário Saa.” (244)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrita a casa, a sala em que foram recebidos e o ambiente, Couto Viana entra em pormenores. “Mas afastei de mim, pelo menos, a hipótese de ceia, recordando as anedotas postas a correr na Brasileira, a respeito da avareza do nosso anfitrião: os cinco cafés enviados pior Mário Saa para a mesa do Botto, quando este o considerava incapaz de pagar um que fosse; os vinte escudos negados à estroinice do jovem Carlos Queirós, pois o autor de A Invasão dos Judeusconfessava não ter dinheiro trocado e exibia, como justificação, um maço de notas de mil; etc. etc. no entanto, Mário Saa não se eximiu aos tradicionais deveres da hospitalidade e ofereceu-nos um cálice de vinho do Porto, que o guarda-costas sacou, canhestramente, de uma cristaleira. Mas, céus!, os cálices, de vidro grosso, vinham cobertos de uma densa camada de poeira que logo nos obstruiu a garganta e dificultou o convívio.” (245 e 246)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário que se volte a ler Mário Saa. Se a sua poesia é celebrada, a sua prosa não lhe é inferior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, hoje apenas está disponível o livro «Poesia e alguma prosa». Os outros livros apenas surgem, quando surgem, em alfarrabistas e a preços altíssimos. Assim sendo, não deveria a Fundação Arquivo Paes Teles  questionar-se sobre a reedição, faseada e programada, das Obras de Mário Saa, porventura numa edição intitulada ‘Obras Completas’?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos livros polémicos, «A Invasão dos Judeus», «O Evangelho de S. Vito» e «A Explicação do Homem», trilogia cuja leitura, e, quiçá, actualidade, não é de importância menor, mereciam breve quanto cuidada reedição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bibliografia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;XIII Objectos do Itinerário de Mário Saa – Fundação Arquivo Paes Teles, AlemTudo Edições, Dezembro de 2007&lt;br /&gt;Águia, Edição especial – N.ºs 6 e 7 – Novembro de 2002&lt;br /&gt;Carneiro, André – Itinerários Romanos do Alentejo, Edições Colibri, 2.ª edição, Abril de 2009&lt;br /&gt;Monteiro, Américo Enes – A Recepção da Obra de Friedrich Nietzsche na Vida Intelectual Portuguesa (1892-1939), Lello Editores, Outubro de 2000&lt;br /&gt;Saa, Mário – Poesia e alguma prosa, Organização, introdução e notas de João Rui de Sousa, IN-CM, 2006&lt;br /&gt;VIALIBVS – Revista de Cultura da Fundação Arquivo Paes Teles, n.ºs 1 e 2&lt;br /&gt;Viana, António Manuel Couto – Coração Arquivista, Editorial Verbo, 1977, pgs 243 a 248&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bibliografia de Mário Saa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Livros e Folhetos&lt;br /&gt;_ Evangelho de S.Vito (1917)&lt;br /&gt;_ Portugal Cristão-Novo ou os Judeus na República (1921)&lt;br /&gt;_ Camões no Maranhão (1922)&lt;br /&gt;_ Tábua Genealógica da Varonia Vaz de Camões [Mapa] (1924)&lt;br /&gt;_ A Invasão Dos Judeus (1925)&lt;br /&gt;_ A Explicação do Homem: Através de uma auto explicação em 207 tábuas filosóficas (1928)&lt;br /&gt;_ Origens do Bairro-Alto de Lisboa: Verdadeira notícia (1929)&lt;br /&gt;_ Nós, os espanhóis (1930)&lt;br /&gt;_ Proclamações à Pátria: Uma Aliança Luso-Catalã (1931?)&lt;br /&gt;_ Proclamações à Pátria: Até ao Mar Cantábrico (1931)&lt;br /&gt;_ Erridânia: A Geografia Mais Antiga do Ocidente (1936)&lt;br /&gt;_ As Memórias Astrológicas de Camões e o Nascimento do Poeta em 23 de Janeiro de 1524 (1940), segunda edição em Dezembro de 1978&lt;br /&gt;_ As Grandes Vias da Lusitânia - O Itinerário de Antonino Pio (6 Tomos; 1957-1967)&lt;br /&gt;_ Poesia e alguma prosa (2006)&lt;br /&gt;Organização de volumes&lt;br /&gt;_ Poemas Heróicos / Simão Vaz de Camões; Org. e Pref. de Mário Saa (1921)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundação Arquivo Paes Teles&lt;br /&gt;http://www.paesteles.org.pt/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; nº 2, Abril-Junho, 2011.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-7061850999608803647?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/7061850999608803647/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/11/mario-saa-revisitado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/7061850999608803647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/7061850999608803647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/11/mario-saa-revisitado.html' title='Mário Saa revisitado'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Odf1rNu-Ww0/Trvy3TY38VI/AAAAAAAAATY/ElF1Uhv4MKA/s72-c/Mario%2BSaa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-6555125083346724021</id><published>2011-11-10T07:29:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T07:32:18.205-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leonid Savin'/><title type='text'>Líbia, infra-estruturas civis sob ataque e a implacável guerra informativa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-meTeq6-t9uc/Trvue6iY9nI/AAAAAAAAATM/NvuZNfk-Khc/s1600/Bazar%2BLibio.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 231px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-meTeq6-t9uc/Trvue6iY9nI/AAAAAAAAATM/NvuZNfk-Khc/s400/Bazar%2BLibio.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673390370480256626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Leonid Savin&lt;/span&gt; - O presente trabalho surge das notas de viagem que compilei enquanto viajava na Líbia em guerra, observando de perto a situação na sua parte ocidental que se estende da fronteira com a Tunísia até Tripoli. Durante este processo, assisti à conferência internacional “Hands Off Libya!” no hotel Bab Al Bahr em Tripoli. O evento foi organizado pela Organização Nacional da Juventude Líbia e pela Fundação Stop The War, contando com a ajuda do Conselho Económico Social e Cultural da União Africana, do Conselho da Juventude Árabo-Africana, do Fórum da Juventude Africana Para a Paz e da União da Juventude Africana, tendo atraído delegados de partidos políticos e ONGs de 17 países. A conferência criou um grupo de contacto internacional encarregue de fornecer informação imparcial acerca da situação na Líbia à comunidade internacional, de mobilizar a opinião pública mundial e de equacionar várias opções para deter a agressão da NATO. A conferência foi inaugurada a 17 de Abril. Na véspera da abertura, os delegados passearam por Tripoli, visitando a Praça Verde onde diariamente se reúnem apoiantes pró-Khadafi, e inspeccionaram a residência de Khadafi, que foi recentemente alvo de um ataque aéreo da NATO (saliente-se, o local fora também bombardeado em 1986). Também testemunhamos as devastações causadas pelos ataques da NATO a um conjunto de outros locais. Os relatos da comunicação social de que os insurgentes na Líbia são ocasionalmente vítimas de fogo amigo por parte da Força Aérea da NATO confirmam indirectamente as alegações do governo líbio de que de facto a NATO tem como alvo infra-estruturas civis. O plano inicial da NATO para a ofensiva contra a Líbia colapsou de forma evidente,  assim a aliança teve que mudar para a táctica que empregou contra a Jugoslávia, destruindo toda a gama de infra-estruturas do país e pondo toda a população civil sob pressão em vez de limitar os ataques às forças armadas envolvidas no combate…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o uso desta táctica persistir, presumivelmente o sistema único de abastecimento de água da Líbia, composto por reservatórios subterrâneos e uma extensa rede de túneis, será danificado. Desde o princípio, a NATO usou munições de urânio empobrecido contra a Líbia, embora os estudos confirmados das Nações Unidas sobre o impacto de armas similares na Sérvia e na Bósnia tenham revelado consideráveis e persistentes níveis de contaminação radioactiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sistemas de defesa aérea líbios estão situados por toda a Tripoli. De facto, um deles estava localizado precisamente ao lado do hotel que albergava a conferência. Tornam-se audíveis à noite quando têm início os raids aéreos da NATO. Uma parte da população civil da Líbia é também portadora de armas e ajuda o exército a patrulhar as ruas de Tripoli. O moral da população é patentemente alto, e se a NATO se decidir por uma ofensiva terrestre, sem dúvida que sofrerá sérias baixas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo a parte da Líbia onde o apoio a Khadafi é praticamente uniforme é continuamente bombardeada pela guerra informativa. A Al Jazeera do Qatar, a CNN e a BBC inundam as audiências com críticas ao regime de Khadafi e - às claras ou implicitamente - expressam o seu apoio aos rebeldes, enquanto que aos meios de comunicação oficiais líbios lhes falta claramente o potencial para responder com uma campanha de proporções comparáveis. Campos de refugiados decorados com as bandeiras monárquicas dos rebeldes estão localizados na parte norte da fronteira entre a Líbia e a Tunísia, na proximidade do posto de controlo de Ras Ajedir, uma área  que costumava ser controlada a pente fino pelas forças pró-Khadafi. Não está claro porque é que a Tunísia, que parece continuar a ter relações amistosas com Khadafi, se presta a alojar os seus adversários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com relatos que neste momento são difíceis de verificar, os petroleiros que os rebeldes enviaram para estabelecer a credibilidade do seu controlo da situação na parte da Líbia que controlam foram na realidade abastecidos no Qatar. Os rebeldes conseguiram capturar um grande número de veículos blindados em depósitos do Exército, mas parecem não ter ideia de como os usar.  Nem tampouco demonstram ter aptidão para assegurar condições de vida decentes nas regiões sob o seu controlo, onde a população local sofre permanentemente faltas de abastecimento eléctrico e de água, sendo que têm sido reportados casos frequentes de pilhagens. Há imagens de matanças de soldados indefesos do Exército de Khadafi, nas quais se incluem decapitações e imolações pelo fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas a NATO impede as forças de Khadafi de suprimirem a revolta num espaço de tempo relativamente curto. A principal via de trânsito líbia é uma auto-estrada costeira, onde os veículos blindados são de todo visíveis e facilmente se tornam presa dos raids aéreos da NATO. Em resultado disto, o Exército de Khadafi perdeu muitos dos seus veículos pesados, embora pela mesma razão os insurgentes não possam avançar pela auto-estrada, uma vez que ficariam vulneráveis ao fogo de artilharia. As dunas de areia que a envolvem provaram ser impenetráveis após uma série de tentativas de ataques efectuadas pelos rebeldes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa manobra atempada, o governo líbio desconectou o acesso à Internet em todo o país para contrariar os esforços de manipulação da opinião pública com a ajuda das redes sociais. Neste momento as redes de telemóveis da Líbia estão sob o controlo absoluto do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel dos operacionais da Al Qaeda nos acontecimentos que decorrem na Líbia é impossível de negar. Az Zawiyah, localizada apenas a 40 quilómetros a Oeste de Tripoli, foi a primeira cidade líbia a sofrer os massacres de grupos extremistas que a aterrorizaram durante um mês, enquanto a vida decorria com normalidade a apenas 10 quilómetros de distância. Após um período de incoerência inicial, a polícia e as forças armadas do governo empregaram a força para expulsar os terroristas da cidade, ainda hoje marcada pelos combates de então. A informação sobre tais factos é censurada na Líbia e no geral, tirar fotografias em qualquer ponto entre Tripoli e a fronteira com a Tunísia é proibido. A Al Qaeda controla ainda várias cidades a Este de Bengazi e não faz segredo de que planeia a instauração de um califado na área. Supostamente, os militantes da Al Qaeda infiltraram-se na Líbia a partir da Nigéria e do Chade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que diz respeito às áreas fronteiriças da Líbia, desde fins de Abril que o governo legítimo controla a maioria das fronteiras do país com o Egipto, o Sudão, a Nigéria e o Chade. A estes dois últimos não lhes interessará a queda do regime de Khadafi uma vez que a sua própria estabilidade depende da da Líbia, a qual serve não só como espinha dorsal da segurança regional como proporciona emprego em larga escala aos migrantes dos países vizinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Líbia alega que o conflito foi despoletado por uma conspiração de um grupo de actores políticos de primeiro plano no país. A fuga de vários destes para o Ocidente, onde seguramente detinham bem nutridas contas bancárias, torna a hipótese perfeitamente realista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência “Hands Off Libya!” aprovou uma declaração realçando o carácter ilegítimo da Conferência de Londres sobre a Líbia e do tristemente célebre Conselho Nacional de Transição líbio. A conferência expressou as suas reservas no que diz respeito à oferta de ajuda humanitária por parte de países da União Europeia e da NATO, uma vez que poderá tratar-se de um disfarce para fornecer armamento aos insurgentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, não é despiciendo mencionar que os líbios ainda vêem os russos como amigos, embora a Rússia não tenha vetado a corrosiva Resolução 1973 do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Podemos testemunhar essa atitude positiva dentro e fora de Tripoli, mesmo nos postos de controlo, tanto por parte dos civis como dos militares. Esperemos que a posição oficial da Rússia no que diz respeito à Líbia não venha a esbater esse sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; nº 3, Julho-Setembro, 2011.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-6555125083346724021?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/6555125083346724021/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/11/libia-infra-estruturas-civis-sob-ataque.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/6555125083346724021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/6555125083346724021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/11/libia-infra-estruturas-civis-sob-ataque.html' title='Líbia, infra-estruturas civis sob ataque e a implacável guerra informativa'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-meTeq6-t9uc/Trvue6iY9nI/AAAAAAAAATM/NvuZNfk-Khc/s72-c/Bazar%2BLibio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-3716065246698671871</id><published>2011-11-10T07:13:00.000-08:00</published><updated>2011-11-23T05:56:56.270-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='James Petras'/><title type='text'>Império ou República: de Joplin, no Missouri, a Cabul, no Afeganistão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-M_c0T5HsN3w/Trvr5BJJDKI/AAAAAAAAATA/mWuGkL4yBjM/s1600/Joplin%2BMissouri.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-M_c0T5HsN3w/Trvr5BJJDKI/AAAAAAAAATA/mWuGkL4yBjM/s400/Joplin%2BMissouri.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673387520395119778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;James Petras&lt;/span&gt; - A 29 de Maio de 2011 o presidente Obama visitou Joplin, no Missouri, o local de um devastador tornado que matou 140 pessoas dizendo que era uma ´”tragédia” terrível. Mas foram estas mortes o resultado inevitável de “circunstâncias naturais” para lá do alcance da intervenção humana?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coincidentemente na mesma semana o presidente afegão, Karzai, condenou o assassinato de uma família de 14 pessoas por um caça bombardeiro da NATO, somando-se ao total de várias centenas de mortos até à data, só este ano, e a milhares ao longo desta década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação entre as mortes civis em Joplin e no Afeganistão suscita questões fundamentais acerca das prioridades, personalidade e direcção do império americano e do futuro da república americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Geografia dos tornados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os anos pelo menos 20 grandes tornados violentos - com ventos que excedem as duzentas milhas por hora - atingem “a rota dos tornados” e não só, incluindo o Texas central, o norte do Iowa, o Kansas central, o Nebraska, o Ohio ocidental, o Missouri, o Indiana, o Mississipi, o Louisiana e o Alabama. Todos os anos pelo menos 60 pessoas morrem e várias centenas ficam feridas com maior ou menor gravidade. Este ano, durante o mês de Maio de 2011, já morreram mais de 519, 25% dos quais viviam em roullotes, cerca de três vezes mais do que aqueles que habitavam em casas convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outras palavras, estas mortes devidas aos tornados são previsíveis, anuais, em regiões específicas e incidem mais em lares de baixos rendimentos. As agências governamentais e os académicos compilaram dados e mapas cronológicos cartografando a rota, frequência e impacto dos tornados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação acerca das características dos tornados assassinos é abundante. Não obstante o número de mortes aumenta de ano para ano. O medo e a insegurança assolam as regiões mais susceptíveis à violência dos ventos, ao mesmo tempo que o Congresso e a Casa Branca aumentaram o pessoal e o financiamento da “segurança interna” vinte vezes no decorrer da década. O corrente orçamento é de mais de 180 mil milhões de dólares. Se lhe somarmos as mortes causadas por outros desastres naturais como as cheias de Nova Orleães, o número de mortes é chocante. Como é que se explica esta relação perversa entre o gigantesco financiamento público da “segurança interna” e a acrescida insegurança de americanos vulneráveis em zonas de perigo claramente identificadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo é claro: a “segurança interna” (SI) é um termo da novilíngua orwelliana. A agência não se preocupa com a segurança doméstica, civil, americana. A SI faz parte de uma resposta militar-policial a imaginadas ameaças externas, que não se materializaram ou, pelo menos, não produziram mortes comparáveis aos tornados e cheias dos últimos 11 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SI gasta milhares de milhões e emprega milhares para investigar, espiar e assediar cidadãos que estão empenhados em actividades legais sob o ponto de vista constitucional. A SI e o Pentágono gastam dezenas de milhares de milhões em infra-estruturas no estrangeiro - edifícios, bases, campos - e mais de novecentos milhares de milhões em armas. A SI e o Departamento da Defesa usam a força militar para intervir em todo o mundo através de operações às claras, ou clandestinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para precisar, a SI intervém no estrangeiro de forma desproporcional, atacando alvos civis, ao mesmo tempo que não consegue empenhar-se em proteger civis americanos no próprio país, deixados indefesos perante desastres naturais previsíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As violentas e continuadas operações no estrangeiro da Segurança Interna e do Pentágono são rejeitadas e vistas como uma intervenção imperial hostil pelos civis dos países que sofrem os seus efeitos adversos. Por contraste, os cidadãos indefesos nos Estados Unidos acolheriam de bom grado uma intervenção em larga escala que tomasse a forma de abrigos comunitários, que providenciassem sobrevivência, segurança, protecção vital e ajuda financeira para a reconstrução das suas vidas. Para além disso, os gastos do Pentágono e da SI em infra-estruturas no estrangeiro, bases e bombas, resulta em défice, enquanto que investimentos em abrigos contra tornados e cheias estimulariam a criação de empregos, o crescimento e o investimento nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A actual actividade da SI destrói vidas no estrangeiro e negligencia a sobrevivência doméstica: nada tem que ver com a nossa “segurança” e ainda menos é “interna”. Cinco porcento do orçamento da Segurança Interna teria evitado muita da tragédia de Joplin (e ter-nos-ia salvo da oratória gasosa de Obama!) bem como as outras 400 mortes provocadas pela colheita de tornados deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bases sistémicas da negligência doméstica perpétua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morta às mãos de eventos “naturais” coloca uma questão política fundamental: porque é que o orçamento da SI e do Pentágono é direccionado para o estrangeiro, para actividade militar destrutiva e desproporcional em vez de para actividade defensiva, doméstica, construtiva a fim de proteger vidas americanas e a actividade económica produtiva?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é sistémico e por tal não é devido a uma qualquer falha pessoal ou idiossincrasia política do momento. As estruturas da economia dos Estados Unidos e as instituições militares são orientadas “para fora” a fim de conquistar mercados financeiros estrangeiros e construir um império militar. A ideologia que conforma os decisores políticos estratégicos é de inspiração imperial e não de inspiração republicana: não falam em desenvolver e aprofundar a economia e a segurança da região centro-oeste dos EUA. Todos e cada um dos membros da elite empresarial e política falam de liderança “mundial” ou “global” - um eufemismo tenuamente velado para sancionar o domínio mundial. Dentro dos parâmetros imperiais todo o orçamento da “segurança” é direccionado para a manutenção da supremacia militar ofensiva. Não admira que haja um declínio aprofundado em todas as esferas da segurança doméstica - natural, social, pessoal, na saúde e no emprego - um processo continuado que suscita pouco debate público. A única excepção é quando as ameaças à segurança colidem mais directa e forçosamente com um sector significativo da população. Por exemplo, note-se a tempestade de protestos por parte daqueles directamente afectados quando os políticos quiseram privatizar a Segurança Social e a Medicare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, durante os últimos trinta anos todo o espectro político, os dois partidos, o Congresso e a Casa Branca, criaram um consenso artificial no qual guerras no estrangeiro, ajuda externa a patronos (Israel) e clientes (Paquistão e Egipto), absorver a grande percentagem dos gastos orçamentais. Nenhuma liderança político-económica se apresentou a fim de articular a conexão óbvia entre a expansão global e a decadência doméstica; para declarar forçosamente que a deterioração da República é o produto directo da canalização de vastos recursos para a criação de um Império militar e económico. Quem na Wall Street de Nova Iorque ou no Pentágono de Washington irá alguma vez dar uma vista de olhos ou tomar em consideração um “plano de segurança” no que diz respeito à geografia das catástrofes - a rota dos tornados que cobre uma dúzia de Estados e as cheias e mortes que assolam as terras baixas do Montana ao Louisiana?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ouve, América, a sua mensagem é clara e audível&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pequenas cidades e os parques de roullotes não contam! Têm a vossa segunda emenda (o direito a usar armas), têm o vosso “pequeno governo”, e têm as vossas bandeiras: “ondeiem-nas e chorem” enquanto os tornados vos destroem as casas e os vossos filhos e filhas regressam enrolados em bandeiras ao som do hino de batalha do Império!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderemos argumentar que abrigos comunitários contra as tempestades não arruinarão o Tesouro ou abaterão o Império. Mais precisamente, a sua ausência, da agenda política local, estatal e federal, é emblemática da total subordinação da América doméstica à Washington imperial. O “custo” da construção de abrigos comunitários nas zonas comercias e nos parques de roullotes em Joplin, no Missouri, é menor que um posto de treino avançado regional em Kandahar, no Afeganistão. Não se trata de uma questão de dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conquistar aldeias afegãs aumenta o prestígio dos generais, do Estado Maior das Forças Armadas e dos funcionários da NATO. Será que salvar 145 vidas em Joplin, no Missouri, se lhe pode equivaler em termos de política global ou em termos da política de liderança imperial? No Afeganistão, Washington constrói inúmeros abrigos e bunkers à prova de bomba. No que aos americanos que vivem na rota dos tornados e nas planícies sujeitas a cheias do Mississipi diz respeito, cada um que se arranje como puder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ouvir o aviso de tornado, é lá consigo. Enquanto americano livre e orgulhoso bem pode arranjar uma pedra sob a qual se esconder e rezar: o Governo Federal e a Segurança Interna têm a guerra contra o terror, global e sem fim à vista, para travar e não estão para ser incomodados com lares de terceira idade em Joplin, no Missouri, na rota de um tornado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exageramos: Obama chegará de jacto e discursará perante as câmeras em termos solenes, acerca da “tragédia” e da “coragem” da população de Joplin… mas será que algum político local se erguerá e dirá a verdade ao poder? Muitas destas mortes, e muitas outras mais por vir, são evitáveis; numa República Americana Democrática, o governo “intervém” para providenciar protecção, saúde e emprego para a sua população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, enquanto o Império continua a crescer vai destruindo o seu próprio povo, tal como a porca que devora os seus próprios filhos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;in &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; nº 4, Outubro-Dezembro, 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-3716065246698671871?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/3716065246698671871/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/11/imperio-ou-republica-de-joplin-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/3716065246698671871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/3716065246698671871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/11/imperio-ou-republica-de-joplin-no.html' title='Império ou República: de Joplin, no Missouri, a Cabul, no Afeganistão'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-M_c0T5HsN3w/Trvr5BJJDKI/AAAAAAAAATA/mWuGkL4yBjM/s72-c/Joplin%2BMissouri.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-1387364396050292315</id><published>2011-11-10T06:49:00.001-08:00</published><updated>2012-02-18T03:32:40.374-08:00</updated><title type='text'>Conselho Científico</title><content type='html'>Professor Doutor António Marques Bessa&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Doutor Alberto Buela&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Centro de Estudos Estratégicos Sul-Americanos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Doutor Antonio Grego&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Copy Editor Eurasia Rivista di Studi Geopolitici&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Doutor Christian Bouchet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Doutor Aleksandr Dugin&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Universidade Estatal de Moscovo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Doutor Dídimo George Matos&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Universidade Federal da Paraíba&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Doutor Edu Silvestre de Albuquerque&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Universidade Estadual de Ponta Grossa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Doutor Renato Epifânio&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Movimento Internacional Lusófono&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professora Doutora Sónia Margarida Sebastião&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professora Doutora Sandra Rodrigues Balão&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Doutor Miguel Varela&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Instituto Superior Novas Profissões&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-1387364396050292315?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/1387364396050292315/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/11/conselho-cientifico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/1387364396050292315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/1387364396050292315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/11/conselho-cientifico.html' title='Conselho Científico'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-3429935330174714589</id><published>2011-09-21T02:43:00.000-07:00</published><updated>2011-11-10T05:37:37.437-08:00</updated><title type='text'>Nº 3 - Julho-Setembro 2011 - Índice</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-HlYCa_Bwu9I/TrvTmpD3nnI/AAAAAAAAASo/P8veCViTNJc/s1600/FINIS%2BMUNDI%2B003.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 284px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-HlYCa_Bwu9I/TrvTmpD3nnI/AAAAAAAAASo/P8veCViTNJc/s400/FINIS%2BMUNDI%2B003.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673360816413843058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;GEOPOLÍTICA&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;As Grandes linhas da Política Externa Portuguesa nos últimos anos&lt;br /&gt;- António Marques Bessa ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interesse público nacional e poder político supranacional. Da Utopia à Distopia&lt;br /&gt;- Sandra Balão ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos, a Turquia e a crise do sistema ocidental&lt;br /&gt;- Tiberio Graziani ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento estratégico russo, um encontro com Jean Gerónimo&lt;br /&gt;- Christian Bouchet ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ACTUALIDADE:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Portugal, uma análise do poder&lt;br /&gt;- João Franco ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal = Lixo: o porquê de serem excelentes notícias&lt;br /&gt;- João Branco Martins ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerco a Portugal&lt;br /&gt;- Rui Martins ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vírus da República&lt;br /&gt;- Artur de Oliveira ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vorazes&lt;br /&gt;- Henrique Salles da Fonseca ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transportes para sair da crise&lt;br /&gt;- Jack Soifer ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a constituição da “Plataforma Cidadania, Ecologia e Lusofonia”&lt;br /&gt;- Renato Epifânio ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não nos contam sobre o massacre na Noruega&lt;br /&gt;- Basílio Martins ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIS – Não há “secreta” em Portugal&lt;br /&gt;- Frederico Duarte Carvalho ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ONU, direitos humanos e sinais de perigo&lt;br /&gt;- Manuel Brás ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pobreza das Nações e a Riqueza das Corporações&lt;br /&gt;- Luís Couto ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O direito de voto e a política contemporânea&lt;br /&gt;- João Oliveira Duarte ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ANTROPOLOGIA:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O Animal Homem, ou Revisitando a Antropologia&lt;br /&gt;- Humberto Nuno de Oliveira ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma visão antropológica sobre a imagem do Zé Povinho&lt;br /&gt;- Florbela L.S. Gomes ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;RESENHA:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Faces of Death&lt;br /&gt;- Rui Baptista ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shogun's Sadim&lt;br /&gt;- Rui Baptista ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma Análise Diferenciada: “Abdicação”, de Fernando Pessoa&lt;br /&gt;- Carlos F. Menz ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;BIOGRAFIA &amp;amp; BIBLIOGRAFIA:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;D. Fortunato de S. Boaventura, Vulto do pensamento contra-revolucionário português do século XIX&lt;br /&gt;- Nuno Morgado ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Mestre da Contra-Revolução, D. Francisco Alexandre Lobo&lt;br /&gt;- Mário Casa Nova Martins ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Águia e a Renascença Portuguesa - Mito, Educação e Espaço-Público&lt;br /&gt;- José António Miranda Moreira de Almeida ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos 80 anos dos primeiros escritos sobre versificação, A Teoria do Ritmo Verbal na obra de Amorim de Carvalho, Bibliografia Crítica precedida de uma síntese biográfica&lt;br /&gt;- Júlio Amorim de Carvalho ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;DIÁRIOS DE VIAGEM:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Líbia, infra-estruturas civis sob ataque e a implacável guerra informativa&lt;br /&gt;- Leonid Savin ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diário de uma temporada na Síria&lt;br /&gt;- Christian Bouchet ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;TRADIÇÃO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A Oriente: o Reino do Preste João&lt;br /&gt;- Sónia Pedro Sebastião ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção do monoteísmo africano: Mawu e Olódùmarè&lt;br /&gt;- João Ferreira Dias ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MUNDO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O que significa ser cidadão de uma verdadeira social-democracia&lt;br /&gt;- Pedro Cotrim ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexões sobre a pós-democracia&lt;br /&gt;- Alberto Buela ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pais e filhos da Revolução Islâmica&lt;br /&gt;O clero iraniano opõe-se à ameaça de perda de poder&lt;br /&gt;- Aleksandr Kuznetsov ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano 2012 será terrível! Dívida pública: como os Estados se tornaram prisioneiros dos bancos&lt;br /&gt;- Alain de Benoist ●&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-3429935330174714589?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/3429935330174714589/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/09/n-3-julho-setembro-2011-indice.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/3429935330174714589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/3429935330174714589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/09/n-3-julho-setembro-2011-indice.html' title='Nº 3 - Julho-Setembro 2011 - Índice'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HlYCa_Bwu9I/TrvTmpD3nnI/AAAAAAAAASo/P8veCViTNJc/s72-c/FINIS%2BMUNDI%2B003.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-3145129303736014856</id><published>2011-05-07T03:02:00.000-07:00</published><updated>2011-05-07T03:03:51.270-07:00</updated><title type='text'>Sessão de lançamento da "Finis Mundi" 2</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-w5lXOhvdWKw/TcUY5-yb2sI/AAAAAAAAAR8/daRI-fxkeWE/s1600/cartaz%2Bn%25C2%25BA2jpg.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-w5lXOhvdWKw/TcUY5-yb2sI/AAAAAAAAAR8/daRI-fxkeWE/s400/cartaz%2Bn%25C2%25BA2jpg.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603912695718599362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-3145129303736014856?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/3145129303736014856/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/05/sessao-de-lancamento-da-finis-mundi-n-2.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/3145129303736014856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/3145129303736014856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/05/sessao-de-lancamento-da-finis-mundi-n-2.html' title='Sessão de lançamento da &quot;Finis Mundi&quot; 2'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-w5lXOhvdWKw/TcUY5-yb2sI/AAAAAAAAAR8/daRI-fxkeWE/s72-c/cartaz%2Bn%25C2%25BA2jpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-1360561017927594186</id><published>2011-04-18T08:19:00.000-07:00</published><updated>2011-11-10T05:44:31.728-08:00</updated><title type='text'>Nº 2 - Abril-Junho 2011 - Índice</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-0qzipQR6M6E/TrvVOv7puaI/AAAAAAAAAS0/TOqflAUfHso/s1600/Finis%2BMundi%2B002.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 286px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-0qzipQR6M6E/TrvVOv7puaI/AAAAAAAAAS0/TOqflAUfHso/s400/Finis%2BMundi%2B002.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673362604964821410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;A ÚLTIMA CULTURA:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;À Espera do Fim do Mundo, René Guénon e o Kali Yuga&lt;br /&gt;- Richard Smoley ●&lt;br /&gt;Inverno demográfico&lt;br /&gt;- Manuel Brás ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;HISTÓRIA:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A formação da elite política de Cabo Verde&lt;br /&gt;- António Marques Bessa ●&lt;br /&gt;Fala, memória&lt;br /&gt;- Daniel Estulin ●&lt;br /&gt;Os primeiros povoadores portugueses dos Açores, seus nomes e seus&lt;br /&gt;lugares de nascimento&lt;br /&gt;- Carlos Melo Bento ●&lt;br /&gt;As Regiões Autónomas no quadro do Estado Democrático Português&lt;br /&gt;– concepção, atribuições e órgãos de governo próprio&lt;br /&gt;- Teresa Ruel ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;D. SEBASTIÃO - O ELMO DESEJADO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Do elmo como pórtico&lt;br /&gt;- Álvaro Fernandes ●&lt;br /&gt;Conversas à volta do elmo&lt;br /&gt;- Flávio Gonçalves ●&lt;br /&gt;Ajudar D. Sebastião&lt;br /&gt;- Rainer Daehnhardt ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;RESENHA:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;“Salazar, a construção do mito”&lt;br /&gt;- Daniel Nunes Mateus ●&lt;br /&gt;“Day of the dead”, O dia mais negro da humanidade&lt;br /&gt;- Rui Baptista ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;ENSAIO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Um balanço da cultura soixante-huitard a quarenta anos de&lt;br /&gt;distância (II de II)&lt;br /&gt;- Alexandre Franco de Sá ●&lt;br /&gt;A vivência espiritual portuguesa: estigma histórico-cultural&lt;br /&gt;(II de II)&lt;br /&gt;- Sónia Pedro Sebastião ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;ACTUALIDADE:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Família, pilar da sociedade&lt;br /&gt;- João Pedro Cordeiro ●&lt;br /&gt;Intelectuais e factuais&lt;br /&gt;- Henrique Salles da Fonseca ●&lt;br /&gt;Carta a Fernando Nobre&lt;br /&gt;- Renato Epifânio ●&lt;br /&gt;Que democracia é esta?&lt;br /&gt;- Pedro Quartin Graça ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;BIBLIOGRAFIA:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Mário Saa revisitado&lt;br /&gt;- Mário Casa Nova Martins ●&lt;br /&gt;Salazar, Sobre um livro esquecido durante quarenta anos, a&lt;br /&gt;propósito de um livro recém-publicado&lt;br /&gt;- Jorge Morais ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;MUNDO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Um instrumento internacional sem políticas de Estado&lt;br /&gt;- Alberto Buela ●&lt;br /&gt;A alienação da moeda e a degradação do Estado como agente&lt;br /&gt;económico&lt;br /&gt;- Luís Tavares do Couto ●&lt;br /&gt;A NATO e a guerra pelo ópio no Afeganistão&lt;br /&gt;- Basílio Martins ●&lt;br /&gt;Índia ou Índias? – Sua(s) Imagem(ns) no Ocidente&lt;br /&gt;- Célia Belim ●&lt;br /&gt;A crise europeia, criada pela Alemanha&lt;br /&gt;- Heiner Flassbeck ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;CULTURA:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A Gaita-de-Foles, e a música popular portuguesa.&lt;br /&gt;- João Franco ●&lt;br /&gt;O inominável na sociedade da informação&lt;br /&gt;- José Almeida ●&lt;br /&gt;Encontro Nacional Evoliano&lt;br /&gt;- Dídimo George ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;MITOLOGIA &amp;amp; TRADIÇÃO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Uma Certa Anatomia da Melancolia: Luís Vaz de Camões à Luz de&lt;br /&gt;Saturno&lt;br /&gt;- Júlio Mendes Rodrigo ●&lt;br /&gt;Para uma criação terminal&lt;br /&gt;- Álvaro de Sousa Holstein ●&lt;br /&gt;Globalização, Estratégia Nacional e Mitologia Portuguesa.&lt;br /&gt;Uma Leitura Introdutória&lt;br /&gt;- Sandra Maria Rodrigues Balão ●&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-1360561017927594186?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/1360561017927594186/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/04/n-2-abril-junho-2011-indice.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/1360561017927594186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/1360561017927594186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/04/n-2-abril-junho-2011-indice.html' title='Nº 2 - Abril-Junho 2011 - Índice'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0qzipQR6M6E/TrvVOv7puaI/AAAAAAAAAS0/TOqflAUfHso/s72-c/Finis%2BMundi%2B002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-8607697997653503745</id><published>2011-01-13T11:16:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T05:31:09.905-08:00</updated><title type='text'>Estatuto Editorial</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A revista Finis Mundi é uma revista trimestral que se rege pelas ideias inerentes ao livre pensamento, à liberdade de expressão e ao pluralismo de ideias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Finis Mundi é independente do poder político, do poder económico e de quaisquer grupos de pressão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Finis Mundi não perfilha nenhuma ideologia política, rácica ou qualquer crença religiosa, sendo a sua conduta o respeito por todas as ideias e crenças, desde que estas se perfilem dentro dos ideais da democracia, da portugalidade, da lusofonia, do respeito pelo ser humano e pelos direitos humanos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Finis Mundi vai tentar dar voz a uma minoria que já não se consegue identificar com grande parte dos conteúdos vagos oferecidos noutras publicações;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Finis Mundi foi pensada não para os quiosques onde se amontoam revistas de banalidades mas para as livrarias que são, hoje como sempre, o último bastião de qualquer cultura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Finis Mundi tentará assumir-se como um veículo de transmissão de conhecimento e formação. A política editorial da revista tentará respeitar e dignificar os valores da cultura portuguesa e da História de Portugal segundo uma perspectiva ou paradigma ocidental, não descurando contudo a sua vocação lusófona;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Finis Mundi surge num final de ciclo, na proximidade de uma nova Era que está somente a começar e na qual os pais começam a perceber que é quase certo que os seus filhos tenham uma vida pior que a sua, um período de transição, o fim do “nosso” mundo tal qual o conhecemos… assim sendo, há que recordar o Portugal que existiu, o Portugal que ainda existe e o Portugal que pode vir a existir;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Finis Mundi obedece a um projecto editorial sem uma redacção fixa, sendo o seu conteúdo fornecido por uma rede de académicos e intelectuais (nacionais e internacionais) e gerido por um Conselho Consultivo e um director devidamente identificados. Não obedecendo ao esquema de uma redacção fixa o projecto fica assim aberto a qualquer indivíduo que com ele se identifique e queira colaborar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-8607697997653503745?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/8607697997653503745/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/01/estatuto-editorial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/8607697997653503745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/8607697997653503745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/01/estatuto-editorial.html' title='Estatuto Editorial'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-2294381071562386784</id><published>2011-01-05T03:21:00.001-08:00</published><updated>2011-01-05T03:21:53.880-08:00</updated><title type='text'>Menção no "Sociedade das Nações"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="480" height="360"&gt;&lt;param name="movie" value="http://sic.sapo.pt/online/flash/playerSIC2009.swf?urlvideo=http://videos.sapo.pt/3gJZ7yNzz0uSFG7VCCFj/mov/1&amp;amp;Link=http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/Sociedade+das+Nacoes/2011/1/o-projecto-europeu03-01-2011-125158.htm&amp;amp;ztag=/sicembed/info/&amp;amp;hash={065B20A6-35A5-4C8E-8F6D-690EB125C730}&amp;amp;embed=true&amp;amp;autoplay=false"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://sic.sapo.pt/online/flash/playerSIC2009.swf?urlvideo=http://videos.sapo.pt/3gJZ7yNzz0uSFG7VCCFj/mov/1&amp;amp;Link=http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/Sociedade+das+Nacoes/2011/1/o-projecto-europeu03-01-2011-125158.htm&amp;amp;ztag=/sicembed/info/&amp;amp;hash=%7B065B20A6-35A5-4C8E-8F6D-690EB125C730%7D&amp;amp;embed=true&amp;amp;autoplay=false" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="480" height="360"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-2294381071562386784?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/2294381071562386784/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/01/mencao-no-sociedade-das-nacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/2294381071562386784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/2294381071562386784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2011/01/mencao-no-sociedade-das-nacoes.html' title='Menção no &quot;Sociedade das Nações&quot;'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-9040364995815826419</id><published>2010-11-26T00:44:00.001-08:00</published><updated>2011-01-12T09:46:43.350-08:00</updated><title type='text'>Lançamento da "Finis Mundi"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/TOf4BJJY5kI/AAAAAAAAAPY/UoK2lVVMY6Q/s1600/cartaz%2Bpequeno.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 264px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/TOf4BJJY5kI/AAAAAAAAAPY/UoK2lVVMY6Q/s400/cartaz%2Bpequeno.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541670565021541954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;Índice&lt;br /&gt;A ÚLTIMA CULTURA:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Editorial • 6&lt;br /&gt;Finis Mundi&lt;br /&gt;- António Marques Bessa • 8&lt;br /&gt;«É a Hora!» Um ensaio pessoano sobre um aviso determinado&lt;br /&gt;- Vítor Luís Rodrigues • 13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;ENSAIO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A vivência espiritual portuguesa: estigma histórico-cultural I&lt;br /&gt;- Sónia Pedro Sebastião • 16&lt;br /&gt;De “A imaginação ao poder” à impotência da imaginação: Um balanço da cultura soixante-huitard a quarenta anos de distância I&lt;br /&gt;- Alexandre Franco de Sá • 72&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ACTUALIDADE:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Finisterra ou Da Ética e Seus Fundamentos&lt;br /&gt;- Henrique Salles da Fonseca • 33&lt;br /&gt;O Que é a Pátria?&lt;br /&gt;- Joaquim Reis • 35&lt;br /&gt;A história, a inflação, as moedas e...&lt;br /&gt;- Francisco G. de Amorim • 35&lt;br /&gt;Raízes e Utopias do nosso tempo&lt;br /&gt;- Mendo Castro Henriques • 84&lt;br /&gt;Podemos hoje confiar no Estado?&lt;br /&gt;- Manuel Brás • 89&lt;br /&gt;Bilderberg: A irmandade da globalização&lt;br /&gt;- Basílio Martins • 93&lt;br /&gt;Agostinho da Silva: para além da Esquerda e da Direita, uma visão de futuro&lt;br /&gt;- Renato Epifânio • 114&lt;br /&gt;Cimeira da CPLP no país do Ali Babá&lt;br /&gt;- Vítor Martins • 121&lt;br /&gt;A necessidade de responsabilizar os políticos pelos estragos que causam com as suas acções&lt;br /&gt;- Rainer Daehnhardt • 209&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;HISTÓRIA:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;As primeiras cobiças dos EUA sobre os Açores&lt;br /&gt;- João José Brandão Ferreira • 41&lt;br /&gt;Fascismo e Estado Novo&lt;br /&gt;- João Gomes • 193&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;PATRIMÓNIO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Discurso etnográfico sobre o foral de Vila Franca do Campo&lt;br /&gt;- Carlos Melo Bento • 55&lt;br /&gt;Encontrar as raízes: As Fragas de Panóias&lt;br /&gt;- Filipe Miguel Dias Cardoso • 126&lt;br /&gt;O Paço dos Duques de Bragança em Guimarães. Uma Afirmação de Poder&lt;br /&gt;- Duarte Branquinho • 157&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;MITOLOGIA &amp;amp; TRADIÇÃO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Viriato: o mito heróico revisitado&lt;br /&gt;- Júlio Mendes Rodrigo • 135&lt;br /&gt;O Enigmático e Misterioso Homem da Maça&lt;br /&gt;- José António Miranda Moreira de Almeida • 170&lt;br /&gt;Monarquia e Fundação da Nacionalidade&lt;br /&gt;- Eduardo Amarante • 249&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;RESENHA:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Creepshow&lt;br /&gt;- Rui Baptista • 91&lt;br /&gt;Mircea Eliade revisitado&lt;br /&gt;- Constança Araújo • 197&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;ENTREVISTA:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Filipe Faria - Crónicas de Allaryia • 29&lt;br /&gt;Manuel Fúria - Os Golpes • 67&lt;br /&gt;Ian Read - Fire + Ice • 106&lt;br /&gt;In Gowan Ring • 109&lt;br /&gt;Autumn Grieve • 111&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CULTURA:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Literatura fantástica portuguesa – Os caminhos da imaginação&lt;br /&gt;- Roberto Mendes • 96&lt;br /&gt;Música folclórica e esoterismo&lt;br /&gt;- Luís Tavares do Couto • 98&lt;br /&gt;As Aventuras de Anna em Portugal&lt;br /&gt;- Mário Casa Nova Martins • 202&lt;br /&gt;Cultura e identidade&lt;br /&gt;- João Franco • 206&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;MUNDO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O Financismo, Estádio Intermédio do Capitalismo&lt;br /&gt;- Aleksandr Dugin • 224&lt;br /&gt;Crise. Qual Crise? Lucros em barda!&lt;br /&gt;- James Petras • 233&lt;br /&gt;À Espera de 2012&lt;br /&gt;- Leonid Savin • 236&lt;br /&gt;Morte por globalização — Os economistas estão à nora&lt;br /&gt;- Paul Craig Roberts • 240&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;PENSAMENTO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A Justiça vítima das ideologias&lt;br /&gt;- Alain de Benoist • 212&lt;br /&gt;A dissidência como método&lt;br /&gt;- Alberto Buela • 246&lt;br /&gt;A crítica à democracia&lt;br /&gt;- Sandra Maria Rodrigues Balão • 255&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-9040364995815826419?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/9040364995815826419/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/11/lancamento-da-finis-mundi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/9040364995815826419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/9040364995815826419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/11/lancamento-da-finis-mundi.html' title='Lançamento da &quot;Finis Mundi&quot;'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/TOf4BJJY5kI/AAAAAAAAAPY/UoK2lVVMY6Q/s72-c/cartaz%2Bpequeno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-8507354965255675959</id><published>2010-08-26T03:54:00.000-07:00</published><updated>2011-04-18T07:56:19.635-07:00</updated><title type='text'>Nº 1 - Janeiro-Março 2011</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/THZIKAZ0SoI/AAAAAAAAAOw/GiXk4jtryvs/s1600/FinisMundi001.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 297px; height: 437px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/THZIKAZ0SoI/AAAAAAAAAOw/GiXk4jtryvs/s400/FinisMundi001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509670530878556802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-8507354965255675959?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/8507354965255675959/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/08/n-1-outubro-novembro-dezembro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/8507354965255675959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/8507354965255675959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/08/n-1-outubro-novembro-dezembro.html' title='Nº 1 - Janeiro-Março 2011'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/THZIKAZ0SoI/AAAAAAAAAOw/GiXk4jtryvs/s72-c/FinisMundi001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-3906269126827834962</id><published>2010-03-21T03:40:00.000-07:00</published><updated>2011-04-18T08:16:17.771-07:00</updated><title type='text'>Envio de Originais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; aceita colaborações dos seus leitores, caso deseje submeter um texto para publicação por favor tenha em atenção que as colaborações voluntárias/não requisitadas pelo editor têm que cumprir os seguintes requisitos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Calibri ou Times New Roman&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tamanho da letra:&lt;/span&gt; 11&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Espaçamento:&lt;/span&gt; Simples&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Imagens:&lt;/span&gt; Somente para artigos de fundo, ensaios ou críticas/&lt;span style="font-style: italic;"&gt;reviews&lt;/span&gt; (cd's, livros, álbuns de banda desenhada, revistas literárias, publicações académicas, etc.)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Foto do autor:&lt;/span&gt; Opcional&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tamanho do texto:&lt;/span&gt; De 1 a 3 páginas (já com notas de rodapé) para artigos de opinião e críticas/&lt;span style="font-style: italic;"&gt;reviews&lt;/span&gt;, até 10 páginas para artigos de fundo e ensaios (já com notas de rodapé, a bibliografia não conta).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Temas que nos interessam: &lt;/span&gt;Sendo uma revista de pensamento e cultura portuguesa, privilegiamos textos referentes à nossa história, regimes, lendas, tradições, mitologia, artes (escultura, pintura, música, arquitectura, literatura, cinema, banda desenhada, teatro, poesia), biografias de personalidades (referentes às artes anteriormente mencionadas), crítica (de discos, livros, álbuns de banda desenhada e publicações terceiras, nacionais ou internacionais), geopolítica e filosofia.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Secção internacional:&lt;/span&gt; Esta secção está entregue aos nossos colaboradores fixos e aos correspondentes internacionais, não aceitamos submissões de terceiros.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Entrevistas:&lt;/span&gt; Pode sugerir-nos personalidades que considere útil entrevistarmos (autores, académicos, músicos, escultores, pintores, artistas diversos, etc.). Por vezes os talentos locais passam despercebidos das publicações de grande distribuição, a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; agradece aos seus leitores que nos sugiram alguns desses talentos desconhecidos do grande público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dúvidas? Não hesite em contactar o editor: &lt;a href="mailto:antagonistaeditora@gmail.com"&gt;antagonistaeditora@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Selecção de textos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os textos remetidos para publicação na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; são sujeitos a uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revis%C3%A3o_por_pares"&gt;revisão paritária&lt;/a&gt; por parte do nosso &lt;a href="http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/conselho-consultivo.html"&gt;Conselho Consultivo - Scientific Referee&lt;/a&gt;, cujo parecer validará, ou não, a sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-3906269126827834962?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/3906269126827834962/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/envio-de-originais.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/3906269126827834962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/3906269126827834962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/envio-de-originais.html' title='Envio de Originais'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-926305814887960178</id><published>2010-03-20T13:23:00.000-07:00</published><updated>2010-03-20T13:27:07.365-07:00</updated><title type='text'>Publicidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; dispõe de uma tabela de publicidade nos formatos página inteira, meia página, 1/3 de página e 1/4 de página, a cores ou a preto e branco.&lt;br /&gt;Pode requisitar a mesma, bem como os métodos de pagamento e as especificidades técnicas directamente junto do nosso editor:&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:antagonistaeditora@gmail.com"&gt;antagonistaeditora@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-926305814887960178?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/926305814887960178/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/publicidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/926305814887960178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/926305814887960178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/publicidade.html' title='Publicidade'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-9129648589739260434</id><published>2010-03-20T03:24:00.000-07:00</published><updated>2011-11-10T07:01:29.315-08:00</updated><title type='text'>Conselho Consultivo</title><content type='html'>António Marques Bessa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álvaro Fernandes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sónia Pedro Sebastião&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sandra Rodrigues Balão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vítor Luís Rodrigues&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-9129648589739260434?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/9129648589739260434/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/conselho-consultivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/9129648589739260434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/9129648589739260434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/conselho-consultivo.html' title='Conselho Consultivo'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-7465537649840584850</id><published>2010-03-20T00:34:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T00:55:58.487-07:00</updated><title type='text'>Contactos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Correio electrónico: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="mailto:revistafinismundi@gmail.com"&gt;revistafinismundi@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço postal:&lt;br /&gt;Revista Finis Mundi&lt;br /&gt;A/C &lt;strong&gt;Antagonista Editora&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R. Elias Garcia, nº 328, 6º Dto.&lt;br /&gt;2700-335 Amadora&lt;br /&gt;Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contacto telefónico (director):&lt;br /&gt;00 351 96 67 19 648&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-7465537649840584850?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/7465537649840584850/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/contactos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/7465537649840584850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/7465537649840584850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/contactos.html' title='Contactos'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-1602640060534643166</id><published>2010-03-20T00:25:00.000-07:00</published><updated>2011-02-07T03:26:41.697-08:00</updated><title type='text'>Assinaturas</title><content type='html'>- 38€ Portugal continental e Regiões Autónomas, um ano (quatro edições com um mínimo de 200 páginas cada).&lt;br /&gt;- 50€ Europa, um ano (quatro edições com um mínimo de 200 páginas cada).&lt;br /&gt;- 58€ Brasil e Resto do Mundo, um ano (quatro edições com um mínimo de 200 páginas cada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Métodos de pagamento:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Envio à cobrança com o primeiro número que receber.&lt;br /&gt;- PayPal (para antagonistaeditora@gmail.com)&lt;br /&gt;- Transferência Interbancária.&lt;br /&gt;- Cheque à ordem da editora.&lt;br /&gt;- Vale postal à ordem da editora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;form target="paypal" action="https://www.paypal.com/cgi-bin/webscr" method="post"&gt;&lt;br /&gt;&lt;input type="hidden" name="cmd" value="_s-xclick"&gt;&lt;br /&gt;&lt;input type="hidden" name="hosted_button_id" value="9MNTC6TXDC9VA"&gt;&lt;br /&gt;&lt;table&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;input type="hidden" name="on0" value="Assinatura FINIS MUNDI (4 números)"&gt;Assinatura FINIS MUNDI (4 números)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;select name="os0"&gt;&lt;br /&gt; &lt;option value="Portugal"&gt;Portugal €38,00&lt;/option&gt;&lt;br /&gt; &lt;option value="Europa"&gt;Europa €50,00&lt;/option&gt;&lt;br /&gt; &lt;option value="Internacional"&gt;Internacional €58,00&lt;/option&gt;&lt;br /&gt;&lt;/select&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;input type="hidden" name="currency_code" value="EUR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;input type="image" src="https://www.paypal.com/en_US/i/btn/btn_cart_LG.gif" border="0" name="submit" alt="PayPal - The safer, easier way to pay online!"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" src="https://www.paypal.com/pt_BR/i/scr/pixel.gif" width="1" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/form&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-1602640060534643166?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/1602640060534643166/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/assinaturas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/1602640060534643166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/1602640060534643166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/assinaturas.html' title='Assinaturas'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-4137855624753519025</id><published>2010-03-20T00:17:00.001-07:00</published><updated>2011-08-22T13:05:38.108-07:00</updated><title type='text'>Colaboradores</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Autores nacionais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;António Marques Bessa&lt;br /&gt;Alexandre Franco de Sá&lt;br /&gt;Álvaro de Sousa Holstein&lt;br /&gt;Basílio Martins&lt;br /&gt;Carlos Melo Bento&lt;br /&gt;Constança Araújo&lt;br /&gt;Daniel Nunes Mateus&lt;br /&gt;Duarte Branquinho&lt;br /&gt;Eduardo Amarante&lt;br /&gt;Eurico de Barros&lt;br /&gt;Filipe Miguel Dias Cardoso&lt;br /&gt;Francisco Gomes de Amorim&lt;br /&gt;Frederico Duarte Carvalho&lt;br /&gt;Henrique Salles da Fonseca&lt;br /&gt;João José Brandão Ferreira&lt;br /&gt;Joaquim Reis&lt;br /&gt;Jorge Morais&lt;br /&gt;Júlio Mendes Rodrigo&lt;br /&gt;José Almeida&lt;br /&gt;João Gomes&lt;br /&gt;João Franco&lt;br /&gt;Luís Couto&lt;br /&gt;Mário Casa Nova Martins&lt;br /&gt;Manuel Brás&lt;br /&gt;Mendo Castro Henriques&lt;br /&gt;Paulo Jorge Abraços Estêvão&lt;br /&gt;Paulo Rodrigues&lt;br /&gt;Rainer Daehnhardt&lt;br /&gt;Renato Epifânio&lt;br /&gt;Rui Baptista&lt;br /&gt;Roberto Mendes&lt;br /&gt;Rodrigo Nunes&lt;br /&gt;Sandra Balão&lt;br /&gt;Simão dos Reis Agostinho&lt;br /&gt;Sónia Sebastião&lt;br /&gt;Vítor Luís Rodrigues&lt;br /&gt;Vítor Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Autores internacionais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alain de Benoist, França.&lt;br /&gt;Aleksandr Dugin, Rússia.&lt;br /&gt;Alberto Buela, Argentina.&lt;br /&gt;Daniel Estulin, Espanha.&lt;br /&gt;James Petras, E.U.A.&lt;br /&gt;Leonid Savin, Rússia.&lt;br /&gt;Mathias Chang, Malásia.&lt;br /&gt;Paul Craig Roberts, E.U.A.&lt;br /&gt;Tiberio Graziani, Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Director:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Flávio Gonçalves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deseja colaborar? &lt;a href="http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/envio-de-originais.html"&gt;Carregue aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-4137855624753519025?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/4137855624753519025/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/colaboradores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/4137855624753519025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/4137855624753519025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/colaboradores.html' title='Colaboradores'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7636449629360657972.post-2109590033581694233</id><published>2010-03-20T00:17:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T11:26:24.637-07:00</updated><title type='text'>Ajude a Revista</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Finis Mundi &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Uma Voz Independente &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Crucial &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caros amigos da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaríamos de solicitar o seu auxílio no aumento das assinaturas por parte das bibliotecas nacionais, sejam públicas ou privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratando-se de uma edição independente, dependemos das assinaturas para conseguirmos manter a publicação da revista. São indispensáveis, para a perpetuação do nosso trabalho, tanto as assinaturas individuais como as assinaturas institucionais. É por esta razão que necessitamos da sua ajuda: procuramos leitores de todos os ambientes políticos e culturais que valorizem o nosso compromisso de explorar, recuperar e expor as diversas facetas da nossa cultura pátria, compreendida na sua máxima amplitude, para além de quaisquer barreiras ideológicas ou ortodoxas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta revista merece estar em toda e cada livraria de investigação académica. A nossa editora tem todo o interesse em colocar esta publicação nas prateleiras de todas as bibliotecas municipais,  escolares, privadas e universitárias do país. Sabemos que na decisão de efectuar, ou renovar, a assinatura de uma publicação pesa muito, na decisão do bibliotecário, as recomendações e as apreciações positivas dos diversos utentes (nas bibliotecas municipais), professores e académicos (nas bibliotecas universitárias e secundárias - principalmente os membros da mesma faculdade) e alunos (universitárias e secundárias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode auxiliar-nos recomendando a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; à sua biblioteca. Basta entregar, a um dos funcionários ou endereçado ao "departamento de aquisições", uma carta que contenha os seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Recomendo que a biblioteca assine a Finis Mundi, revista trimestral publicada pela Antagonista Editora - ISSN 1647-6476&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por favor tenham-na em consideração para a secção de publicações periódicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As minhas razões para o fazer são as seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Pesquisa, consulto regularmente a Finis Mundi por motivos de investigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Ensino, utilizo a Finis Mundi nas minhas aulas e aconselho a sua leitura aos meus alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) É uma mais valia para a biblioteca, a Finis Mundi é uma revista de referência. A biblioteca e os seus patronos beneficiariam consideravelmente com a sua inclusão nos catálogos da biblioteca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome:&lt;br /&gt;Departamento, ano ou curso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Remeta-nos uma cópia da sua carta de modo a contactar-mos directamente a biblioteca, providenciando as nossas modalidades de assinatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como incentivo, por cada assinatura que recebermos de uma biblioteca à qual nos tenha recomendado (daí ser importante enviar-nos uma cópia da sua carta) oferecemos-lhe, gratuitamente, uma assinatura da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; ou o valor equivalente em obras publicadas pela nossa editora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este incentivo aplica-se aos nossos leitores de todo o mundo, não só aos portugueses. Coloquemos a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finis Mundi&lt;/span&gt; nas bibliotecas do Mundo!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Desde já o nosso mais sentido obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7636449629360657972-2109590033581694233?l=revistafinismundi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/feeds/2109590033581694233/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/ajude-revista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/2109590033581694233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7636449629360657972/posts/default/2109590033581694233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistafinismundi.blogspot.com/2010/03/ajude-revista.html' title='Ajude a Revista'/><author><name>Administrador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09527283644834871374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/_r3yp68gJlno/SuMNvM8htCI/AAAAAAAAAEA/emAXuZEaxfE/S220/AntagonistaBlogue.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
